
Este estilo de arte marcial é reconhecido também como uma forma de meditação em movimento. Os princípios filosóficos do Tai Chi Chuan remetem ao Taoísmo e à Alquimia Chinesa. A relação de Yin e Yang, os Cinco Elementos, o Ba Gua (Oito Trigramas), o Livro das Mutações (I Ching) e o Tao Te Ching de Lao Zi são algumas das principais referências para a compreensão de seus fundamentos.
Como somos parte desta natureza, o conhecimento destes princípios e de como atuam dentro de nós, estudados pela Medicina Tradicional Chinesa, revelam o Tai Chi como uma fonte efetiva de energia que encontra-se em nosso interior, situada na região do corpo nomeada pelos chineses de Dantian Médio.
A tradução do termo Tai Chi Chuan significa – Tai “o maior”, Chi “supremo” e Chua “punho”, com esse significado foram dados muitas traduções ao Tai Chi Chuan entre elas está o “punho da suprema cumeeira”, o “punho do limite supremo” ou simplesmente o “punho do Tai Chi”.
O Tai Chi Chuan já foi empregado na antiguidade como uma forma avançada e eficaz de combate: a função de guarda costas foi exercida por diversos praticantes da família Chen; instrutores da família Yang deram aulas para a guarda imperial e posteriormente para o exercíto republicano chinês. Sua aplicação como arte marcial acontece através do uso de movimentos circulares e contínuos que acompanham e complementam os movimentos do adversário de um modo similar ao ilustrado pelo símbolo do Tai Chi. No Brasil a divulgação da prática do Tai Chi Chuan teve seu início na década de 1960 em São Paulo e no Rio de Janeiro, capitais que contam com a presença de um grande número de chineses.
O Dia Mundial do Tai Chi Chuan e do Chi Kung (World Tai Chi & Qigong Day) (WTCQD) é um evento realizado anualmente no último sábado do mês de Abril para promover as práticas de Tai Chi Chuan e de Chi Kung em 60 países desde 1999.
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