terça-feira, 15 de julho de 2008

DICAS E TRUQUES

Dicas para organizar seu guarda-roupa

Peças desnecessárias ocupam espaço e gastam tempo na escolha da roupa, gerando uma eterna sensação de não ter o que vestir. As tendências do estilo de vida atual apontam para os conceitos de organização e limpeza, influenciadas pelos mandamentos do Feng Shui. Essa corrente oriental milenar incentiva a eliminação dos supérfluos, pois preconiza que os excessos consomem a nossa energia. Para as pessoas com dificuldade de se desfazer das roupas na esperança de que o estilo retorne um dia, é bom lembrar que a moda realmente é um eterno recomeço, mas é o espírito que retorna e não o produto.

Como arrumar o guarda-roupa e achar o que vestir
Um armário entulhado é certeza de nunca ter o que vestir. Peças amassadas ou escondidas perdem a chance de uso. A primeira regra para facilitar (e acertar) a escolha da roupa de todo dia é a organização.

1 - Limpe os roupeiros e tire roupas que entulham, liberando espaço para o que realmente funciona. Decida, sem sentimentalismos, o que pode ser guardado e o que deve ser eliminado. Se for impossível se desfazer de alguma peça, mesmo que ela não seja útil, acondicione-a em um espaço menos acessível do armário.

2 - Ao comprar uma peça nova, desfaça-se da similar gasta. O que não vestiu nos últimos dois anos também pode ser eliminado.

3 - Roupas fora de estação devem ser guardadas em malas ou sacos plásticos no vácuo.

4 - Elimine os modismos que passaram com a estação e privilegie no armário o posicionamento dos clássicos ou das peças preferidas.

CADA COISA NO SEU LUGAR

Vestidos:
Pendure-os nos locais mais altos do armário em cabides arredondados nos ombros. Em espaços pequenos, pendure-os pela cintura, dobrando-os ao meio. Vestidos menos usados em locais protegidos, envolvidos em pano ou capa de tecido.

Camisas, camisetas e blusas:
Camisas de algodão ou malhas que amassam pouco podem ser dobradas e colocadas umas sobre as outras em lugar visível. Se o espaço é pequeno, dobre-as e enrole-as como um rocambole, empilhando-as em ordem de cores. Camisas de tecidos delicados, acetinados ou que amassam com facilidade devem permanecer penduradas e abotoadas em cabides arredondados e com enchimentos nos ombros.

Saias:
Tente agrupá-las por cor ou categoria ou embaixo de paletós ou jaquetas que formam conjuntos em cabides com ganchos.

Calças:
Calças em tecidos devem ser penduradas pelo vinco, evitando amontoá-las. Calças em jeans, moletons e leggings podem ser dobrados nas prateleiras ou pendurados em cabides comuns.

Casacos:
Guarde-os abotoados e separe-os por cor.

Quer saber mais? assista ao Programa Bem Viver desta quarta (16/07) com dicas especiais para arrumar o seu guarda-roupa. O Bem Viver vai ao ar às 13:30h, na TV Clube!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

PERSONALIDADE BEM VIVER

DEDICAÇÃO

Com apenas 22 anos, Sílvio Costa Filho chegou à Câmara do Recife. Aos 25, passou pela Assembléia Legislativa de Pernambuco. Em ambos os casos, votações expressivas, sobretudo na capital pernambucana – quarto e segundo mais votado, respectivamente. Para o Legislativo Municipal foram 10.731 eleitores e, para o Estadual, 26.078.

Na Câmara, exerceu um mandato atuante, fazendo pronunciamentos em defesa da cidadania do povo recifense, promovendo audiências públicas e apresentando vários requerimentos e projetos relevantes, dentre eles o Parlamento Jovem.

Em outubro de 2005, foi eleito, por unanimidade, presidência da Comissão Especial de Revisão da Lei Orgânica do Recife - comissão mais importante da Câmara dos Vereadores, pois revisa a “Constituição do Recife”, traçando todas as diretrizes da cidade. Nessa comissão, Sílvio Costa Filho apresentou emendas que inserem na Lei Orgânica as Políticas Públicas para a criança e o adolescente, mulheres, idosos, negros e deficientes físico.

Em maio de 2006, recebeu o título de 'Destaque Legislativo' como o vereador que mais se destacou no Estado. O concurso foi promovido pela União dos Vereadores de Pernambuco - UVP, com uma comissão formada por professores do Núcleo de Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Silvio foi o deputado mais jovem do Estado.

Além da Comissão de Políticas Públicas para a Juventude, outras iniciativas importantes abalizam a atuação de Sílvio Costa Filho no Parlamento Estadual, tais como: o Projeto de Lei que cria a Lei de Responsabilidade Educacional e o Projeto de Lei que dá direitos aos portadores de deficiência visual.

Atualmente Silvio Costa Filho é o Secretério de Turismo de Pernambuco. É formado em Pedagogia pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP. Participou ativamente do Movimento Estudantil desde que ingressou na universidade. Foi eleito e reeleito presidente do Diretório Acadêmico de Pedagogia da UNICAP. Desde os 17 anos, exerce a função de Supervisor Administrativo da rede de ensino Decisão.

Fez uma opção de vida pela Política, com o objetivo de contribuir para a mudança da sociedade e elevar a qualidade de vida das pessoas, pela via do Desenvolvimento Econômico, da Educação e da Justiça Social. Equilíbrio, seriedade e sensibilidade com as pessoas, marcam o seu perfil de homem público comprometido com a participação e controle social do Estado.

sábado, 12 de julho de 2008

PROMOÇÃO CASAR É UMA AVENTURA

Quer ganhar uma festa completa de casamento?
As inscrições para esta incrível promoção acontece até 27 de Julho de 2008, através do Portal Festas & Noivos (http://www.festasenoivos.com.br/). A equipe do Protal selecionará as mais românticas e criativas declarações de amor.
As declarações de amor deverão ser escritas com até 15 palavras. Os finalistas participarão de uma gincana em Recife e Porto de Galinhas no período de 1 a 15 de Agosto de 2008.

O casal vencedor será premiado com uma festa de casamento para 100 convidados, incluindo alianças, enxoval, decoração da casa, lua de mel e muito mais!
As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo Portal Festas & Noivos. Para participar preencha o formulário no site e boa sorte!

Confira o regulamento e faça sua inscrição.
Acesse já o site http://www.festasenoivos.com.br/ e participe !!!
Casar é uma aventura, uma parceira Salão e Portal Festas e Noivos e Programa Bem Viver com Gardênia Cavalcanti.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

NUTRIÇÃO E SAÚDE

AÇÚCAR X ADOÇANTE

Um estudo realizado em ratos nos Estados Unidos sugere que a ingestão de sacarina - tipo de adoçante usado principalmente em refrigerantes dietéticos - pode provocar aumento de peso maior que a ingestão de açúcar.
Segundo os pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana, o sabor doce causado pelo consumo de sacarina estimula o sistema digestivo a se preparar para a ingestão de uma grande quantidade de calorias.

Se essas calorias não são ingeridas, eles afirmaram, o organismo fica desregulado e, como resultado, pede mais comida ou queima menos calorias, o que provocaria o aumento de peso.
O estudo, publicado na edição desta semana da revista científica Behavioral Neuroscience, gerou reações da indústria alimentícia, para quem a pesquisa "simplifica" as causas da obesidade.

Calorias
Para realizar o estudo, os cientistas acompanharam a alimentação de 17 ratos. Nove receberam iogurte adoçado com sacarina e oito com açúcar. Depois do iogurte, os animais receberam a dieta normal.
Após cinco semanas, os ratos que consumiram a sacarina ganharam 88 gramas, enquanto os que ingeriram glicose tiveram um aumento de peso de 72 gramas - uma diferença de mais de 20%.
Os ratos que tomaram o iogurte com a sacarina consumiram mais calorias e tiveram aumento de 5% na taxa de gordura do corpo, de acordo com o estudo.

"Os resultados claramente indicam que consumir alimentos adoçados com sacarina pode levar a um aumento de peso e da taxa de gordura maior do que o consumo de açúcares calóricos", diz o estudo.
Segundo Susan Swithers, uma das autoras da pesquisa, as experiências em laboratório indicam ainda que outros adoçantes artificiais, como o aspartame e o acessulfame K, que oferecem o gosto doce, podem ter o mesmo efeito da sacarina.

Críticas
O estudo gerou reações da indústria alimentícia. Em uma entrevista publicada no jornal americano Los Angeles Times, Beth Hubrich, uma das representantes dos fabricantes de refrigerantes dietéticos nos EUA, rejeitou os resultados da pesquisa.
Segundo ela, "o estudo simplifica demais as causas da obesidade". Além disso, afirmou, "a descoberta nos animais pode não ser verdadeira quando testada nos humanos".

Um porta-voz da Fundação Britânica de Nutrição afirmou que os resultados são "interessantes", mas não provam que os adoçantes podem ser prejudiciais nas dietas dos humanos. Para a organização, o tema ainda requer mais pesquisas.

terça-feira, 8 de julho de 2008

LANÇAMENTO

Gardênia e o ator Thiago Martins no lançamento
do filme "Era Uma Vez"

MODA

A MODA NO CINEMA

Moda e cinema sempre andaram juntos. Moda também sempre foi o espelho dos grandes movimentos da humanidade, assim como das revoluções científicas, sociais, culturais e tecnológicas, sendo o cinema a grande vitrine dessas transfomações. A indumentária (roupa) existe quase que desde o surgimento do homem. Surgiu por necessidade de proteção e com o tempo adquiriu o poder de diferenciar os nobres dos plebeus.

Mas até o século XV as roupas não mudavam com frequência, eram sempre as mesmas modelagens e cores, diferenciavam apenas um povo do outro. Isso tudo mudou com o Renascimento, foi a partir dele que os trajes começaram a mudar com frequência. Antes do Renascimento além dos plebeus não poderem usar os mesmos tipos de roupas que a corte usava, existiam também leis que regulamentavam até a quantidade de tecido, ouro e pedras que uma roupa poderia ter.

A moda propriamente dita surge quando os plebeus começam a querer imitar os nobres, que para fugir das imitações começam a mudar freqüentemente as suas roupas. Com o avanço da tecnologia, e principalmente da comunicação, o mundo evoluiu e a indumentária também. Mas principalmente houve uma evidente evolução na rapidez com que a moda passou a ser disseminada, e essa rapidez ficou mais evidente com a invenção do cinema.

Primeiramente por ser mais um meio de comunicação, e em segundo lugar por transformar a roupa e a vida das estrelas num objeto de desejo. Foi no século XIX que surgiu o cinema. Uma invenção dos irmãos Lumière que na época buscavam meios de melhorar a fotografia. O cinematógrafo, a invenção que possibilitou a criação do cinema, é o grande responsável pela revolução cultural que o cinema causou e ainda causa atualmente. A primeira exibição cinematográfica foi no subterrâneo de uma café em Paris.

A partir daí o cinema foi disseminado por toda a Europa e depois pelo mundo, sendo algum tempo depois considerado como a sétima arte. O cinema de início tinha como principais funções registrar acontecimentos e narrar histórias. Por ser um registro de imagens valioso, ele também é visto como uma das principais fontes de pesquisa de moda. De início a questão do figurino não era de tamanha relevância, mas a partir do momento em que os filmes passaram a ser produzidos mais cuidadosamente o figurino passou a ter uma grande importância tanto na função de acervo histórico como para dar realismo aos personagens da trama retratada.

Diretores e produtores sempre lançam mão do figurino parar afirmar um personagem, concedendo-lhe certa peculiaridade. Um clássico exemplo é a Grace Kelly que sempre usava trajes mais claros e luzes diretas, uma forma de "mitificar" a atriz e seus personagens. Segundo Jean Baudrillard, é por meio da personalização que as pessoas definem-se em relação a seus objetos, estes constituem uma gama de critérios distintivos, mais ou menos, arbitrariamente, catalogados em uma gama de personalidades estereotipadas.

É esse o artifício que os figurinistas e estilistas utilizam para compor os figurinos de estrelas de cinema, eles são transformados em ícones a serem reproduzidos pela moda. O figurino está acarretado de signos e significantes que determinam seu valor social, é o apelo do sonho de consumo. A moda e o cinema tem um grande elo em comum, eles são vendedores de sonhos, o que chega a ser uma necessidade no mundo caótico atual. É por isso que o cinema com o tempo deixou de ser apenas uma referência de moda e comportamento para ser também a grande indústria vendedora de moda do mundo.

O cinema se transformou numa vitrine almeijada pelas grandes marcas. A roupa da personagem do filme tornou-se um sonho de consumo. Porém sonho de consumo de uma forma de vida, e não apenas da roupa, que é exatamente o conceito que as grandes marcas de roupas tentam nos passar quando trabalham em conjunto com o cinema. Ao usar um vestido Givenchy, você não é apenas uma diva do cinema. Você é a Audrey Hepburn usando um Givenchy e olhando a vitrine da Tiffany's comendo uma rosquinha.

As personagens de Hollywood são as principais fontes de pesquisa na hora que os estilistas poem sua criatividade à tona, sendo as mocinhas de Hitchcock as preferidas e mais imortalizadas pela moda.

CURIOSIDADES

O diabo veste Prada
O Diabo veste Prada tem sido o comentário de cinema e moda. O filme tem arrecadou grandes bilheterias pelo país, sendo o filme mais visto em muitos Estados. Toda essa movimentação é porque a diabólica jornalista retratada no filme “O diabo veste Prada” na verdade é a toda-poderosa editora chefe da Vogue América, Anna Wintour. Anna já serviu de inspiração para persoagens de outros filmes devido à sua personalidade forte e relevância no mundo da moda.

Indiana Jones
O chapéu usado por Indiana Jones no filme de Steven Spielberg fez a fábrica de chapéus Curry ser a maior vendedora desse artigo até hoje.

E Deus criou a mulher
A moda praia começou a ser disseminada, e a praia começou a ser mais utilizada, depois que Brigite Bardot usou um biquini xadrez que foi muito copiado no filme “E Deus criou a mulher”, em 1956.

Os Pássaros
Por causa do filme “Os Pássaros”, Alexander McQueen criou uma bolsa com o nome “Novak”, inspirada em Kim Novak, que virou um clássico.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

GINÁSTICA ARTÍSTICA

A ginástica artística, também conhecida no Brasil por ginástica olímpica, é uma modalidade de ginástica onde os atletas realizam um conjunto de exercícios em aparelhos oficiais. Os movimentos dos ginastas devem ser elegantes e demonstrar força, agilidade, flexibilidade, coordenação, equilíbrio e controle do corpo.

Os aparelhos da ginástica artística masculina (MAG) são diferentes dos aparelhos disputados na ginástica artística femina (WAG). Os aparelhos masculinos (Solo - Salto sobre a mesa - Cavaloi com alça (Cavalo com arções) - Barras paralelas - Barra fixa - Argolas) procuram demonstrar a força e domínio do ginasta. Os aparelhos femininos (Trave - Solo - Salto sobre a mesa - Paralelas assimétricas) colocam maior ênfase na vertente artística e de agilidade.

Todas as competições oficiais de ginástica artística são reguladas pela Federação Internacional de Ginástica (FIG), que estabelece normas e calendários para todos os eventos internacionais. As competições nacionais são geralmente regulamentadas pelas diversas federações locais. A FIG tem ainda a responsabilidade sobre o Código de Pontuação, a publicação que orienta os ginastas, técnicos e árbitros na elaboração, composição e avaliação das séries em todas as provas, e que ainda rege os resultados da modalidade.

A FIG impõe um limite mínimo de idade para competições oficiais de nível sénior de dezesseis anos. Este limite, importante sobretudo nas provas femininas, pretende impedir a entrada em competição de ginastas pré adolescentes, o que pode implicar problemas de saúde futuros.

A ginástica artística está presente nos Jogos Olímpicos da era moderna desde a sua primeira edição em Atenas 1896 e nos Jogos Pan-americanos desde o Jogos Pan-americanos de 1951Pan 1951 em Buenos Aires. A FIG é responsável pela realização do Campeonato Mundial de ginástica artística e pela Copa do Mundo de ginástica artística, realizada em várias etapas. Existem diversas outras outras competições, a nível continental, nacional e regional.

Para a obtenção do resultado completo de um campeonato de ginástica artística os ginastas devem participar de quatro competições, cada uma delas com características e objetivos próprios, sendo assim denominadas: Competição I (Qualificatória), Competição II (Final Individual Geral), Competição III (Final Individual por Prova) e Competição IV (Final por Equipes). A seguir serão apresentados os detalhes de organização, participação, qualificação e desenvolvimento de cada uma destas competições.

Competição I (C I): A Competição I objetiva a qualificação para as competições finais (C II, C III e C IV) e ainda determina a classificação das equipes a partir do 9º lugar e dos ginastas a partir do 25º lugar. As 8 primeiras equipes aqui qualificadas definirão as suas classificações na Final por Equipes (C IV) e os 24 ginastas melhores qualificados individualmente definirão as suas classificações na Final Individual Geral (C II). Da C I participam todas as equipes e todos os ginastas individuais inscritos no evento. Somente os ginastas que competem em todas as provas poderão se qualificar para participar da Final Individual Geral (C II). O Campeonato Mundial que antecede os Jogos Olímpicos define as equipes e os ginastas individuais que participarão dos JO, considerando os resultados obtidos na C I.

Competição II (C II): A Competição II é a Final Individual Geral (All Around Finals). Dela participam os 24 ginastas melhores classificados individualmente na C I, sendo permitida a participação de no máximo 2 ginastas de cada entidade. Na C II os ginastas executarão uma nova série em cada uma das provas e somente 1 salto, desconsiderando, para o resultado desta competição, as notas obtidas na C I. Ao término da competição serão somadas as notas obtidas por cada ginasta em cada prova, chegando ao total de pontos de cada um, sendo então confrontados os totais de cada participante para se chegar à classificação individual geral. O ginasta que obtiver o maior somatório de pontos será considerado o vencedor da competição.

Competição III (C III): A Competição III é a Final por Provas, onde é definida a classificação individual de cada uma das provas. Estarão qualificados para esta competição os 8 ginastas que obtiveram as pontuações mais altas na C I, em cada uma das provas, sendo permitida a participação de no máximo 2 ginastas de cada entidade em cada prova. Os 8 ginastas qualificados executam uma nova série na prova na qual se classificaram, sendo que no Salto os ginastas deverão executar 2 saltos diferentes. Em cada prova, a classificação final será definida pelas notas obtidas pelos ginastas em cada uma delas, nesta competição (C III), sendo vencedor aquele que obtiver a maior nota.

Competição (C IV): A Competição IV é a Final por Equipes (Team Final). Desta fase participam as 8 equipes que obtiveram as maiores pontuações na C I. Neta Competição os ginastas das equipes qualificadas executarão uma nova série em cada prova e somente 1 salto. Todas as notas obtidas nesta competição entram na totalização dos pontos da equipe. A classificação final das equipes é determinada pelas pontuações obtidas nesta ereçao.

Serviço:
Academia de Ginástica Estrelinha Mágica
Rua Prof Júlio Ferreira Melo, 16 - Boa Viagem, Recife - PE
Telefone: (81) 3325-2645

sexta-feira, 4 de julho de 2008

SEXO E SAÚDE

PLANEJAMENTO FAMILIAR

Planejar a família é nada mas do que ter os filhos desejados, à ocasião oportuna. Tema controverso para muitos, tem bases médicas de solidez inquestionáveis.
O planejamento familiar é atitude individual ou assumida a dois, que visa regular o potencial biológico inato, que é a capacidade reprodutiva.

Sexualidade e fertilidade andam a par; a ativação de uma envolve, necessariamente, a outra.
Serve ainda em dias como hoje o planejamento familiar para discussões polêmicas quando vinculadas à regulação da fertilidade humana; à sua transcendência demográfica, aos métodos para sua consecução, à religião, à moral e à ética.

É muito nítido hoje o papel do planejamento familiar como atitude promotora de saúde. A idade adequada para gestar, o número de filhos, o intervalo entre os partos, a tenção ensejada à mulher durante ao gestação, o preparo para o parto e, mais ainda, o aleitamento natural e a qualidade do produto conceptual são apenas alguns dos enfoques de relevância que na atualidade constituem o âmago das preocupações dos autênticos paladinos do planejamento familiar.

O combate ao abortamento provocado, elidindo-o ao impedir a gestação não planejada, é capítulo que mantém atualidade. A contra-indicação da gestação em mulheres portadoras de doenças que sabidamente aumentam o risco materno-infantil é também capítulo atual, que aglutina ginecologistas e pediatras, na sua identificação, acompanhamento e manejo.

O planejamento familiar é atitude médica, que integra o conjunto de ações que se traduzem como a atenção prestada pelo profissional de saúde à sua clientela. Tem relevância igual à de outras atitude que já são implícitas ao desempenho da atividade cotidiana. Por ser de incorporação mais recente ainda causa, para alguns, certa estranheza, que haverá de se diluir com o passar do tempo.

As peculariedades de certas entidades entidades nosológicas, a sua raridade ou a sua ampla difusão, o caráter curativo e preventivo que têm, o seu regionalismo ou universalismo, sua conotação individual ou comunitária, entre outras características, motivam, em proporções variadas, maior ênfase a determinada prática da Medicina.

O planejamento familiar, por ser de interesse da saúde de grande número de mulheres e crianças, por constituir-se em prática nitidamente preventiva, de âmbito universal e de cunho comunitário, reveste-se de prerrogativas que lhe devem assegurar caráter prioritário entre as ações promotoras da saúde.

Crianças menores de 15 anos e mulheres em idade procriativa constituem duas terças partes do chamado Terceiro Mundo. No Brasil, um dos seus integrantes, consubstancia-se o mesmo quadro: cerca de 40% dos seus habitantes são menores de 15 anos e 25% são mulheres em idade fértil (15 a 49 anos).

Do ponto de vista da saúde comunitária, dois grupos de risco reprodutivo estão aí claramente delineados. A par de alta natalidade, ainda superior a 30%, elevada mortalidade materna e infantil está a clamar por medidas adequadas de planejamento familiar, para um crescimento populacional racional, harmonioso e seguro. Estes indicadores vitais, de aparente simplicidade, têm alicerces múltiplos e complexos.

Cabe lembrar as condições de vida da maioria das mulheres e das crianças, em nosso país, que, sabidamente, não são as ideais no que tange à alimentação, moradia, educação e sanitarismo. Os serviços médicos sofrem grande demanda e não se estendem adequadamente à periferia das cidades e às áreas rurais. A atenção médica é de caráter predominantemente curativo, o atendimento pré-natal não atinge a totalidade da população gestante ou é inadequado em muitos casos, assim como o exame periódico das crianças sadias ou a sua imunização contra as doenças mais comuns.

IDADE AO GESTAR - mulheres que engravidam ainda jovens apresentam maior risco de complicações durante a gravidez e o parto, bem mais que as que já atingiram os 20 anos. O mesmo ocorre com mulheres que engravidam próximo ao fim do período reprodutivo, acima de 34 anos.

NÚMERO DE FILHOS - influi na possibilidade de uma gravidez bem sucedida, as gravidezes sucessivas não permitem ao organismo materno tempo suficiente para refazer seus depósitos nutrientes vitais, traduzindo numa elevada taxa de mortalidade materna e fetal.

INTERVALO INTERPARTAL - o desgaste materno agrava-se com intervalos curtos entre uma gestação e outra. O espaçamento ideal seria de três anos.

ORDEM DOS NASCIMENTOS - a mortalidade materna aumenta com a paridade, principalmente após o terceiro parto, a hemorragia e a toxemia e a embolia pulmonar são comuns após o quarto parto.
As taxas de mortalidade infantil aumentam rapidamente após o terceiro ou quarto nascimento, devido à crianças de baixo peso e desnutrição neonatal.

UMA SOLUÇÃO

Vários fatores convergentes, somados, parecem capazes de potencializar-se e levar à solução esperada do domínio da fertilidade humana em dias de hoje. Com base nos conhecimentos disponíveis sobre os aspectos intrínsecos do processo reprodutivo, na tecnologia anticoncepcional existente, e no crescente contingente de trabalhadores da saúde voltados para o planejamento familiar, a prestação de serviços a uma clientela crescente vem, aos poucos, permitindo o estabelecimento da prática anticonceptiva entre outras tantas, na área da saúde materno-infantil.

A educação sexual, entendida como preparar o indivíduo para, conhecendo sua própria anátomo-físiologia, discernir o momento de amor a ser vivido, entender a transcendência deste fato e assumir suas eventuais conseqüências, isto é peça fundamental para motivar o esforço que nasçam apenas filhos desejados e no momento oportuno.