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segunda-feira, 16 de março de 2009

SEXO E SAÚDE

O Bem Viver recebeu vários e-mails de telespectadores e internautas querendo saber sobre a importância da higiene intima, principalmente, antes e durante a relação sexual. Com isso, a equipe do Bem Viver foi conversar com o ginecologista, Aurélio Molina, para saber quais os cuidados básicos que devemos ter para manter a higiene pessoal em dia.



A higiene pessoal deve fazer parte do dia a dia de mulheres e homens


Cuidar da higiene intima é algo que deve fazer parte do dia a dia. É muito constrangedor chegar ao lado de alguém com mau cheiro. Imagine uma situação dessas durante a relação sexual. Com toda certeza uma cena pra lá de constrangedora. Afinal falar de sexualidade é falar de intimidade e de uma aproximação física mais intensa. Além de necessária, a higiene íntima diária é um ato de respeito e cuidado com o próprio corpo e quem sai ganhando é a saúde.




E nunca se esqueça de usar o preservativo (camisinha) durante a relação sexual, não apenas para evitar a gravidez, mas acima de tudo para evitar as doenças sexualmente transmissíveis (DST) e a AIDS.



No momento que nos preparamos para o ato sexual nosso corpo exala ferormônios, substâncias com odor de características masculinas ou femininas que biologicamente são considerados fontes de atração ou pelo menos colaboradores da excitação sexual. Esses odores são suaves e naturais e não costumam provocar estranheza ou desagrado. Se os odores começam a causar desagrados é hora de conversar abertamente e expor a situação e juntos o casal resolver o problema.




Procure um médico regularmente, de seis em seis meses a um ano, para realizar os exames ginecológicos. Atenção: a prevenção é o conjunto de todos os procedimentos durante a consulta, incluindo a conversa com o ginecologista. Não apenas o exame citológico ou das mamas.





Dicas de Como Cuidar da Higiene Pessoal




A higiene corporal de homens e mulheres deve ser realizada diariamente, com água e sabão neutro. Deve-se percorrer todo o corpo: cabelos, pescoço, orelhas, axilas, tronco, braços, pernas e pés, com cuidado especial as dobrinhas que acumulam suor;


O casal deve fazer uma higiene íntima antes e depois de ter relações sexuais. O ideal é também sempre tomar um banho depois;



Não tenha medo de lavar a vulva na hora do banho, fazendo uma limpeza entre os grandes e pequenos lábios;


A higiene pessoal deve ser feita da vulva para o ânus, nunca ao contrário.



Independente da situação de intimidade, o banho com sabonete, a escovação de dentes e a escolha de roupas limpas e perfumadas são excelentes aliados do nosso bem-estar pessoal e, consequentemente, será prazeroso para o outro estar perto de você;

A higiene genital da mulher deve ser realizada diariamente com água e sabão neutro ou sabonetes íntimos que não contenham perfume. Deve-se evitar, para disfarçar o cheiro dos órgãos genitais, os desodorantes íntimos, porque eles podem causar irritação na parte exterior dos órgãos sexuais femininos; e as mulheres devem estar atentas ao aparecimento de ardor, coceira ou corrimento amarelado e com cheiro. Nesse caso é necessário consultar um ginecologista para realizar o tratamento adequado.



No período menstrual, a higiene e a troca frequente de absorventes ajudam a minimizar odores desagradáveis. Quanto à relação sexual, essa vai depender da vontade dos parceiros, em geral o sexo oral costuma ser evitado nesse período, mas se ocorrer, pode ser precedido de uma higiene íntima antes da relação e acompanhada da camisinha feminina que retém o fluxo da menstruação por alguns momentos. Isso permite uma estimulação oral sem desconforto.





Higiene Masculina




A higiene genital masculina deve ser bem cuidadosa na hora do banho. Isso permitirá manter a região sob o prepúcio (pele que recobre a cabeça do pênis) sem odores desconfortáveis.



O esmegma (secreções do pênis que tem aparência pastosa) se acumula por baixo do prepúcio se não houver uma boa higiene genital diária. Quanto maior o prepúcio, mais esmegma pode ser armazenado nessa região. Para quem tem excesso de pele no pênis (fimose) o cuidado e a higiene deve ser feita puxando o prepúcio para trás e lavando bem a região com água e sabonete neutro. Esse hábito de higiene sexual evita um tipo de inflamação chamada balanite e o surgimento de bactérias e fungos que também se desenvolvem no esmegma e que geram um odor bastante desagradável.

Mesmo tendo usado o preservativo deve ser feita a higiene no pênis com sabão neutro com água corrente

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

SEXO E SAÚDE

Está decretado já é carnaval!!!!!As cores, as fantasias, os acordes do frevo e os foliões já estão na rua. Colorindo os corredores que levam até a alegria. Quem é de fato um apaixonado pelo carnaval conta cada segundo para se jogar nas ladeiras de Olinda e nas ruas do Recife Antigo.








Mas antes de se esbaldar na brincadeira é preciso ter cuidados com a alimentação, roupas adequadas para enfrentar o calor, tomar bastante liquido, evitar o excesso de bebidas alcoólicas, nunca dirigir alcoolizado, atenção redobrada com a segurança das crianças, não consumir drogas.Ufa muitas coisas mesmo. Mas nessa lista ficou faltando um cuidado super importante. Não sabe o que é? O uso de preservativo (camisinha) durante as relações sexuais. Nunca, mais de maneira de nenhuma, nem sobre a promessa de amor eterno, de prova de amor, de que só acontece com seu vizinho, você deve transar sem camisinha. Sua alegria tem durar o ano inteiro e não apenas alguns segundos. É preciso ficar atento com as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e AIDS


A grande festa popular do Carnaval, que movimenta milhões de brasileiros, de todas as regiões do país preocupa quem os profissionais de saúde. O governo brasileiro está lançando uma campanha específica para a edição desse ano. Na versão 2009 da campanha nacional de combate ao vírus HIV, o Ministério da Saúde fará propagandas em rádio e TV cujo público prioritário a população feminina com mais de 50 anos (a anterior era voltada aos homens). Segundo matéria do site do Ministério, “a campanha é uma resposta à maior tendência de crescimento da epidemia entre mulheres. Além disso, a mulher nessa idade tem pouco poder de decisão no relacionamento”.


Os dados epidemiológicos apontam que a incidência de aids etária praticamente dobrou nessa população nos últimos dez anos (de 7,3 em 96 para 14,5 em 2006). A taxa de mortalidade também tem aumentado (de 5,5 em 96 para 6,1 em 2006). Então é bom ter cuidado com a sua saúde.



A irresponsabilidade de não usar a camisinha durante o sexo, além das DSTs, pode gravidez não desejada. Caso isso aconteça o ideal é procurar um posto de saúde mais próximo e tomar a contracepção de emergência, a chamada pílula do dia seguinte. Os postos de atendimento de saúde montados para o Carnaval do Recife estarão disponibilizando - a contracepção de emergência, a chamada pílula do dia seguinte.


Durante a Festa de Momo, a secretaria vai instalar quatro postos nos focos da folia. As estruturas montadas nas Ruas do Sol e Floriano Peixoto, no Centro, só vão funcionar no dia 21 de fevereiro, quando desfila o Galo da Madrugada. As demais unidades, na Praça da Independência e no Marco Zero vão prestar assistência do dia 20 a 25 de fevereiro.


A contracepção de emergência também estará disponível nas maternidades e policlínicas municipais com pronto-atendimento: Professor Bandeira Filho e Agamenon Magalhães, em Afogados; Professor Barros Lima, em Casa Amarela; Professor Arnaldo Marques, no Ibura; e Dr. Amaury Coutinho, na Campina do Barreto.




HEPATITE






A diversão descompromissada dos foliões durante o Carnaval pode resultar em sérias conseqüências: tratam-se das "doenças silenciosas", como a hepatite B, inflamação no fígado que infecta até 100 vezes mais do que a AIDS e, nos casos mais graves, evolui para quadros como câncer ou cirrose.

Embora seja pouco lembrada pela população durante os dias de festa, a hepatite B é uma das enfermidades que mais preocupa profissionais de saúde. Esta forma de hepatite é causada pelo vírus (HBV), encontrado no sangue, sêmen, secreção vaginal, menstruação e no leite materno. Sua transmissão ocorre pelo contato com sangue ou fluídos orgânicos contaminados que, em geral, penetram na corrente sangüínea por meio do compartilhamento de agulhas e seringas ou de relações sexuais sem proteção. Relações entre homossexuais e heterossexuais têm as mesmas chances de contágio.

Por não apresentar sintomas aparentes, é comum que a infecção pela hepatite B não seja percebida de forma rápida. Porém, é importante estar alerta a sinais como mal-estar, falta de apetite, dores de cabeça e pelo corpo, cansaço excessivo, febre e até a coloração amarelada das mucosas e da pele, pois podem ser sintomas de infecção pelo HBV.
A característica "silenciosa" da hepatite B faz com que a doença evolua sem que o paciente perceba. Em cerca de 10% dos adultos infectados, a doença progride para quadros crônicos, podendo evoluir para câncer e cirrose, cuja alternativa de tratamento seria o transplante de fígado.

De acordo com o Ministério da Saúde, aproximadamente 3 milhões de brasileiros sofrem de hepatite B. Especialistas acreditam que a falta de cuidados e de informação são os principais fatores responsáveis pelos índices de infecção. Diante desta realidade, a vacinação, a realização do teste de detecção da hepatite B, o não compartilhamento de objetos cortantes e de higiene pessoal e a prática de sexo mais seguro com o uso da camisinha, são indispensáveis para se evitar a propagação da doença.

A vacinação é o método mais eficaz para impedir a proliferação do vírus da hepatite B. Os recém-nascidos e pessoas com idade de 0 a 19 anos podem ser imunizadas gratuitamente nos postos de saúde. A eficácia da vacina gira em torno de 95%.



Formas de tratamento



Diagnóstico precoce e tratamento correto são essenciais para que a hepatite B possa ser controlada, permitindo que os pacientes infectados recuperem a saúde. No Brasil, o tratamento da hepatite crônica B pode ser realizado com o interferon peguilado alfa-2a (Pegasys®), uma medicação que estimula o controle do vírus HBV pelas células de defesa, ou com medicações que atrapalham a multiplicação do vírus no fígado.













Doenças do beijo




Não é apenas o frevo que invade as ruas durante o carnaval. Tem muito folião querendo beijar muitooooooooo durante o reinado de momo. Beijar é bom demais, porém nessa hora, também, é preciso ficar de olhos bem abertos (antes dos beijos é claro!) para depois do carnaval não ter surpresas desagradáveis.



Uma série de doenças podem ser transmitidas pelo beijo na boca: cárie, gengivite, herpes, tuberculose, hepatite, sífilis, aids, gonorreia e mononucleose (infecção por vírus que provoca febre, dor de garganta e inflamação dos glânglios linfáticos). “Elas ocorrem por contato com saliva e sangramentos”, explica o dentista especializado em laser, Luis Mário Lopes. Uma gengiva inflamada pode sangrar facilmente pelo simples atrito com a língua. Segundo o dentista, se uma pessoa contaminada pelo vírus da aids tiver sangramento na boca e entrar em contato com um corte da boca do outro, é possível ocorrer a transmissão. “Tenha uma noção básica do que é uma boa condição bucal”. Uma dica é perceber se há lesão no lábio do parceiro ou se ele está utilizando alguma pomada.