sexta-feira, 24 de outubro de 2008

BEBÊ

SLING

Um "pouch sling" é um porta-neném de pano que se usa a tiracolo (suspenso em um dos ombros) para carregar crianças de 0 até 3 anos, em média. Slings são uma adaptação das tipóias que são utilizadas há muitas décadas (talvez até séculos) em várias partes do mundo. O bebê é colocado numa posição recostada, com a coluna protegida, e pode ver a paisagem e o rosto de quem o está carregando.

Alguns exemplos de países com essa cultura de carregar seus filhos presos ao corpo:Índia, Tailândia, Peru, Guatemala, Tibete, Moçambique, México, Angola e tantos outros países pelo mundo todo.

Um "pouch sling" permite que se carregue o neném junto ao corpo em várias posições, desde o nascimento. E quanto antes melhor, pois além de tantos outros benefícios, o sling é uma "extensão" da barriga da mãe e lá ele se sente protegido e amado e, consequentemente, aumenta a sua auto-estima, saúde e até a inteligência (uma coisa acaba levando à outra). Muitos estudos dão conta disso.

Os slings não se tratam de invenção do século 21. Há tempos mães asiáticas, africanas e ameríndias amarram panos em volta do corpo para embalar e segurar as crias. Redescobertos agora, alcançaram status de objeto fashion, ganhando novas modelagens, cores e estampas. Mas nada disso agradaria aos pais se não cumprissem função primordial: promover a saúde das crianças.

Algumas vantagens e benefícios pessoais do uso do sling: *Com ele, a mamãe tem seu à sua vista muito mais tempo. Percebe-se a respiração dele, o coraçãozinho e a certeza de que está bem.

*Sempre que está perto de nascerem os dentinhos ou quando ele tem mais dificuldade em dormir (até mesmo em lugares super barulhentos e movimentados), o sling é um "santo remédio". Em pouco tempo ele se acalma ou até adormece.

*Quando a mamãe está cheia de coisas para fazer e precisando de mãos para trabalhar o sling é uma ótima solução.

*Usar o sling é a melhor maneira de estar em ambientes que o neném não conhece, pois enquanto está slingando ele se sente protegido como se estivesse de volta ao útero (mesmo que no colinho do pai ou da vovó).

Angelina Jolie e Brad Pitt usam. Julia Roberts e a rockstar Gwen Stefani também foram flagradas com um. A moda dos slings – carregadores de bebê artesanais – pegou em cheio as celebridades e desfila nas ruas da Europa e dos Estados Unidos. Confortáveis, práticos e ainda por cima charmosos, os porta-bebês começam a invadir o Brasil, enfeitando o colo de mamães e papais modernos.

Prevenção de morte súbita, redução do refluxo e apoio para mamadas são vantagens listadas por médicos. "A posição em que o bebê fica favorece um contato íntimo com os pais, deixando-o mais seguro e tranqüilo”, confirma a coordenadora da Unidade Neonatal do Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira (Imip), Geisy Lima. Há 14 anos, ela criou o Mãe Canguru, que acelera o desenvolvimento de prematuros pelo contato com o corpo da mãe. Slings podem ser usados com crianças de até 3 anos.

Serviço:
CARINHO E ACONCHEGO
Roberta da Fonte - Artesã
Contato: (81) 8683.1140 / 9636.0740
www.carinhoeaconchego.com.br

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

MODA

ESTAMOS NA MODA DOS LENÇOS

Nos pescoços mais descolados, eles dão um toque de charme à produção. Por darem todo esse estilo a mais e serem baratinhos, dá para abusar da peça sem esvaziar o bolso. Claro que nem sempre é fácil combinar.

Ótimos acessórios, eles deixam qualquer visual básico com cara de moderno. Podem ser usados com camisas, suéteres, paletós, camisetas ou vestidos. Escolha os lenços quadrados de tamanho médio para ficar justo no pescoço e formar um triângulo a frente do colo, se as roupas forem estampadas, prefira os lenços lisos ou o vice-versa, roupas lisas com acessórios estampados

Mas para não ter erro, a dica é misturar peças coloridas com blusinhas neutras. Combine bem tons e estampas, já que as cores mais vibrantes estão com tudo nos lenços. Portanto, amarre-se na idéia!

Dicas
* Prefira os modelos quadrados, mais fáceis de adaptar, em tecidos com caimento natural. Lenço amarrado no pescoço pede brinquinhos.

* Quem tem seios fartos deve evitar lenços amarrados na altura deles, que ressaltam ainda mais o volume.

* Pescoço coberto totalmente por lenço? Só para quem tem a região do corpo alongada!

* Use sobre camisas, por baixo de casacos e abuse com camiseta ou regata. O lenço fica bem com combinações mais leves e básicas. Nada de visuais muito pesados nos dias quentes de Verão.

* Lenços em xadrez tipo xale são a cereja do bolo na Primavera-Verão e vão compor o visual de Juliana Paes em Caminhos das Índias (Globo)

COMO USAR

1 - Dobre o lenço ao meio no formato de um triângulo, dê duas voltas no pescoço formando uma gola, deixe as franjas caídas sobre ombros e colo. Um lenço colorido com estampas geométricas ou florais alegra o visual e dá uma nova cara ao look jeans e camiseta.

2 - Dobre o lenço ao meio no formato de um triângulo, amarre as duas pontas na parte de trás e deixe-o soltinho, caído sobre o colo e ombros.

3 - Dobre-os em três partes formando um retângulo, amarre no pescoço e dê um nó. Com vestidinhos florais, fica um charme só!

4 - Dobre-os em três partes formando um retângulo, amarre no pescoço e dê um nó, tipo de gravata. Você pode prender com um broche ou deixar só o nó.

Serviço:
Marcos Salles - Consultor de Moda
E-mail: marcoseventossalles@gmail.com

terça-feira, 21 de outubro de 2008

BEM ESTAR

ABRAÇA QUE É BOM

Além de gostoso, abraçar protege a saúde, retarda o envelhecimento e aquece o coração.

Um estudo do departamento de psiquiatria da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, mostrou que abraçar tem relação direta com qualidade de vida. Com a troca de calor e afeto, o corpo passa por uma dança de hormônios: enquanto o nível de cortisol, o hormônio do stress, despenca, substâncias químicas como a serotonina e a dopamina aumentam, contagiando o cérebro e cada célula do organismo com uma sensação de conforto e felicidade.

Em seguida, a pressão sanguínea diminui e os batimentos cardíacos desaceleram – quadro ideal para ficar protegida de doenças cardiovasculares e viver plenamente por muitos e muitos anos.
Kathleen Keating, autora dos livros A Terapia do Abraço 1 e 2 (Editora Pensamento), lembra que o contato físico não é apenas agradável mas também necessário, ainda mais em tempos em que a gente se comunica virtualmente. “Por vivermos numa época que valoriza a razão e a tecnologia, perdemos a consciência dos sentimentos. Quando nos tocamos e nos abraçamos valorizamos o amor e a cumplicidade, o que alivia a dor, a depressão e a ansiedade”, afirma. Na família desse gesto, os especialistas descrevem cinco tipos que correspondem às mais diversas situações. Pratique: é gostoso e faz bem.

Abrace: três bons amigos, em casal para consolar alguém, dois adultos e uma criança (abraço sanduíche)

Um é pouco, dois é bom, três é melhor ainda. Todo mundo sai ganhando, mas quem fizer o papel de recheio desse sanduíche e ficar no meio tem uma sensação especial de segurança. Por isso, especialistas na terapia do abraço indicam essa modalidade para as pessoas que estiverem passando por um período difícil e precisarem de um apoio extra.

Abrace: seu cachorro, gato, furão... se não tiver, abrace um bicho de estimação emprestado (também ajuda!)

Abraço de amigo para o melhor amigo Logo que você chega em casa, aquela coisa fofa e peluda vai pulando no seu colo. Ao abraçá-lo, ele corresponde com uma lambida ou um latido de felicidade. Cachorro é assim: não julga as suas ações, não tem preconceito (ele não se importa com o seu peso, altura, cabelo...) e não pede nada em troca. Não é á toa que a relação entre o homem e o animal de estimação tem efeito terapêutico para problemas como síndrome do pânico, depressão e solidão. Essa troca de afeto ajuda quebrar a timidez, levanta a auto-estima e melhora a confiança do dono.

Abrace: amigos e amigas de longa data, amigos e amigas recentes, pais, irmãos...(abraço do fundo do coração)

Considerado a forma mais elevada de se abraçar, é pleno, demorado, cheio de cuidados e sincero. Dá apoio e força. Enquanto as duas pessoas respiram juntas, devagar e descontraidamente, prestam atenção no sentimento de carinho que flui de um coração para o outro. Se você estiver aberta, vai encontrar um amor puro e incondicional.

Abrace: marido, noivo, namorado, paquera (abraço de amor)

Beijar é bom demais, mas ficar coladinha com o seu amado não tem preço. Mais do que paixão, o sentimento de um abraço de amor entre homem e mulher é de confiança e cumplicidade. Funciona como se você dissesse a ele (e vice-versa): “Estou aqui para o que der e vier”. Uma pesquisa americana (veja ao lado) provou que ficar em contato com o parceiro aumenta os níveis de oxitocina, um hormônio ligado à fidelidade e responsável pelo impulso e desejo de cuidar do outro.

Abraço imaginário funciona de verdade
Imaginar um abraço gostoso também é eficiente, principalmente naqueles momentos em que você está precisando de uma boa dose de alto-astral e não tem ninguém por perto. Kathleen Keating, autora dos livros A Terapia do Abraço 1 e 2, ensina que situações imaginadas podem nos afetar tão fortemente quanto a realidade. Siga este exercício: feche os olhos e tente se ver abraçando alguém querido. Registre na mente esse abraço imaginário como uma experiência acalentadora e utilize-a quando precisar.
Escolha um bom motivo

Abraçar:
• acaba com a solidão
• ajuda a superar o medo
• constrói a auto-estima
• estimula a vontade de ajudar o próximo
• prolonga a juventude
• ajuda a controlar o apetite (comemos menos quando estamos bem alimentadas com emoções positivas)
• alivia a tensão
• combate a insônia
• é democrático. Todo mundo tem direito.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

SAÚDE

DEPRESSÃO

Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento.

Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste.

Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão psiquiátrica e a depressão normal seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo. O clima de uma região ordena como ela prossegue ao longo do ano por anos a fio. O tempo é a pequena variação que ocorre para o clima da região em questão. O clima tropical exclui incidência de neve. O clima polar exclui dias propícios a banho de sol. Nos climas tropical e polar haverá dias mais quentes, mais frios, mais calmos ou com tempestades, mas tudo dentro de uma determinada faixa de variação. O clima é o estado de humor e o tempo as variações que existem dentro dessa faixa.

O paciente deprimido terá dias melhores ou piores assim como o não deprimido. Ambos terão suas tormentas e dias ensolarados, mas as tormentas de um, não se comparam às tormentas do outro, nem os dias de sol de um, se comparam com os dias de sol do outro. Existem semelhanças, mas a manifestação final é muito diferente.

Uma pessoa no clima tropical ao ver uma foto de um dia de sol no pólo sul tem a impressão de que estava quente e que até se poderia tirar a roupa para se bronzear. Este tipo de engano é o mesmo que uma pessoa comete ao comparar as suas fases de baixo astral com a depressão psiquiátrica de um amigo. Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.

Como é?
Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjôos.

Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário um grupo de sintomas centrais:
* Perda de energia ou interesse
* Humor deprimido
* Dificuldade de concentração
* Alterações do apetite e do sono
* Lentificação das atividades físicas e mentais
* Sentimento de pesar ou fracasso
Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhoria e piora são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho quando durante alguns dias o paciente sente-se bem. Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas simultâneos, aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. Até que se faça o diagnóstico praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que está acontecendo com elas, julgando sempre ser um problema passageiro.

Outros sintomas que podem vir associados aos sintomas centrais são:
* Pessimismo
* Dificuldade de tomar decisões
* Dificuldade para começar a fazer suas tarefas
* Irritabilidade ou impaciência
* Inquietação
* Achar que não vale a pena viver; desejo de morrer
* Chorar à-toa
* Dificuldade para chorar
* Sensação de que nunca vai melhorar, desesperança...
* Dificuldade de terminar as coisas que começou
* Sentimento de pena de si mesmo
* Persistência de pensamentos negativos
* Queixas freqüentes
* Sentimentos de culpa injustificáveis
* Boca ressecada, constipação, perda de peso e apetite, insônia, perda do desejo sexual

Diferentes tipos de depressão
Basicamente existem as depressões monopolares e a depressão bipolar. O transtorno afetivo bipolar se caracteriza pela alternância de fases deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação do humor. A depressão monopolar só tem fases depressivas.

Depressão e doenças cardíacas
Os sintomas depressivos apesar de muito comuns são pouco detectados nos pacientes de atendimento em outras especialidades, o que permite o desenvolvimento e prolongamento desse problema comprometendo a qualidade de vida do indivíduo e sua recuperação.
Anteriormente estudos associaram o fumo, a vida sedentária, obesidade, ao maior risco de doença cardíaca. Agora, pelas mesmas técnicas, associa-se sintoma depressivo com maior risco de desenvolver doenças cardíacas. A doença cardíaca mais envolvida com os sintomas depressivos é o infarto do miocárdio.

Também não se pode concluir apressadamente que depressão provoca infarto, não é assim. Nem todo obeso, fumante ou sedentário enfarta. Essas pessoas enfartam mais que as pessoas fora desse grupo, mas a incidência não é de 100%. Da mesma forma, a depressão aumenta o risco de infarto, mas numa parte dos pacientes.

A identificação da depressão
Para afirmarmos que o paciente está deprimido temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado e pelo contrário movimenta-se mais lentamente que o habitual.
Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.

Causa da Depressão
A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Esta afirmação baseia-se na comprovada eficácia dos antidepressivos. O fato de ser um desequilíbrio bioquímico não exclui tratamentos não farmacológicos. O uso continuado da palavra pode levar a pessoa a obter uma compensação bioquímica.

Apesar disso nunca ter sido provado, o contrário também nunca foi. Eventos desencadeantes são muito estudados e de fato encontra-se relação entre certos acontecimentos estressantes na vida das pessoas e o início de um episódio depressivo. Contudo tais eventos não podem ser responsabilizados pela manutenção da depressão. Na prática a maioria das pessoas que sofre um revés se recupera com o tempo. Se os reveses da vida causassem depressão todas as pessoas a eles submetidos estariam deprimidas e não é isto o que se observa.

Os eventos estressantes provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis. Exemplos de eventos estressantes são perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave, pequenas contrariedades não são consideradas como eventos fortes o suficiente para desencadear depressão. O que torna as pessoas vulneráveis ainda é objeto de estudos.
A influência genética como em toda medicina é muito estudada. Trabalhos recentes mostram que mais do que a influência genética, o ambiente durante a infância pode predispor mais as pessoas. O fator genético é fundamental uma vez que os gêmeos idênticos ficam mais deprimidos do que os gêmeos não idênticos.

Serviço:
Adriana Barros - Psicóloga
Contato: (81) 9978.5745

ATENÇÃO:
Procure seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis neste Blog possuem apenas caráter educativo.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

DIVERSÃO

SKIBUNDA

Um esporte que dá um frio na barriga do turista e traz uma boa fonte de renda para a região. Escorregar pelas dunas até as lagoas é o desafio do skibunda, diversão garantida com direito a banho de água doce na chegada.

No skibunda o aventureiro senta numa tábua, fixa o calcanhar nas pontas, controla o equilíbrio com as mãos no chão e desce uma rampa de areia até um pequeno lago. Uma diversão muito comum nas dunas de Natal-RN. Você pode descer quantas vezes quiser, até de pé se desejar mais emoção.

O Programa Bem Viver mostra nesta sexta (17/10) uma reportagem especial sobre o Skibunda. Na telinha vamos acompanhar a descida de Gardênia Cavalcanti pelas dunas das praias do Rio Grande do Norte. Você é nosso(a) convidado(a) especial para acompanhar essa aventura. Não perca às 13:30h, ao vivo, na TV Clube.

Agradecimento:
Classe A Turismo

BELEZA

MAQUIAGEM DEFINITIVA

A praticidade de dormir e acordar maquiada sem ter o menor trabalho é um dos motivos do sucesso da maquiagem definitiva. Arrumar falhas na sobrancelha, realçar os olhos, tornar os cílios mais volumosos e contornar os lábios são outras vantagens da dermopigmentação.

A maquiagem definitiva é como se fosse uma tatuagem e é feita com um dermógrafo, aparelho com uma agulha (sempre descartável) na extremidade que perfura a pele, injetando assim, o pigmento desejado na região anestesiada.

O grau de perfuração da pele (epiderme ou derme) muda de acordo com a parte do rosto e o tipo de maquiagem que se deseja fazer. Passados 30 dias da primeira aplicação, alguns tipos de maquiagem exigem um retoque para fixar melhor a pigmentação e acertar a tonalidade.

Depois disso, a próxima sessão, geralmente, só é necessária após três ou quatro anos, variando de pessoa para pessoa. A região que exige mais cuidado são os lábios, que por ser uma área muito vascularizada, sangram com a perfuração e incham após o término. Além disso, é importante não molhar a boca durante seis horas pós-sessão, pois a cor leva 12 horas para total fixação. Recomenda-se o uso de pomadas cicatrizantes.

O processo é simples, mas as desvantagens também são relevantes. O primeiro passo é ter certeza absoluta de que deseja fazer determinado tipo de maquiagem, já que esta é como se fosse uma tatuagem e só sairá com uma cirurgia a laser. Uma boa dica é pedir para o profissional simular a maquiagem definitiva com uma caneta removível para ter idéia de como vai ficar o novo visual.

Outro fator importante é a experiência do profissional e a qualidade do pigmento utilizado. Alguns produtos inadequados podem dar aquele aspecto azulado à maquiagem. Fazer um teste para verificar se seu corpo reagirá bem ao pigmento também é fundamental.

Serviço:
Sandra Rocha - Micropigmentadora
Contato: (81) 3465.4466

PASSEIO EXÓTICO

DROMEDÁRIOS FAZEM SUCESSO EM NATAL-RN

Quando o suiço Philippe Landry chegou pela primeira vez a Genipabu, cerca de 10 anos atrás, ele sentiu que naquela paisagem desértica faltava algo. Fez uma pequena pousada - uma das primeiras - mas ainda não se convenceu. Depois, rememorando suas viagens por Marrocos, foi fácil compor a cena que faltava em sua cabeça: passeios de dromedários pelas dunas nordestinas.

Foi então que Landry decidiu trazer alguns desses bichões exóticos para alegrarem as dunas de Genipabu. São vários dromedários (que se diferenciam dos camelos por sua única corcova) trazidos da Espanha, que vivem no Brasil com tratamento cinco estrelas: têm veterinário, plano de saúde, alimentação balanceada e água mineral à vontade.

Gardênia Cavalcanti e seu cinegrafista Sidney Lucena tiveram um momento inesquecível nas praias de Natal-RN. Em reportagem divertida, os telespectadores do Bem Viver puderam prestigiar um pouco do descontraído passeio de dromedário pelas dunas do Rio Grande do Norte, com direito à turbante. Claro que Sidney Lucena tremeu na base mais uma vez!

Os dromedários estão longe de proporcionar a emoção do sobe-e-desce em alta velocidade dos buggys, mas é, no mínimo, o mais inusitado entre todas as opções turísticas do litoral potiguar. Dura cerca de 20 minutos, nos quais você anda pelas dunas móveis tendo de um lado a visão estonteante da praia de mar límpido e azul, do outro, o rio Potengi e outros vilarejos de Extremoz.

Agradecimento:
Classe A Turismo