quinta-feira, 7 de agosto de 2008

MODA

Dicas de Como se Vestir para quem está mais Gordinha ou Acima do Peso

Se você está acima do peso e não está se sentindo bem quando coloca uma roupa, o segredo está na forma correta de se vestir.

Dicas para você que está gordinha e quer acertar e arrasar no visual:
Opte por calças com corte reto. Nada de boca larga ou skinny. Evite cintura muito alta e também muito baixa. O ideal seria calças com cós largo a uns dois dedos abaixo do umbigo. As batas e blusas muito largas não disfarçam a gordura pelo contrário, elas fazem você parecer maior além de não serem nada sexy.

Evite usar roupas feitas com tecidos brilhantes, muito estampadas ou muito esvoaçadas, pois aumentam o volume do corpo. Nunca use listras horizontais, visto que elas fazem você parecer mais larga. As verticais são indicadas, pois têm efeito contrário. Em relação às cores, prefira sempre às escuras.

Procure evitar tecidos que colem no corpo, do tipo “lycra”. Escolha roupas que vem com formato mais definido, e não dependam tanto do corpo para adquirir um formato. Escolha vestidos de corte reto, tipo tubinhos, sempre em cores escuras. Não use tecidos finos que grudem e nem largos demais.

Use calcinha e o sutiã adequado. As calcinhas de cintura alta, ajuda a segurar a barriguinha. Os sutiãs devem sustentar bem os seios, por isso, escolha aqueles que tem alças mais largas e ferrinhos embaixo. Procure evitar blusas de alça. As blusas com mangas disfarçam a largura dos braços e as dobrinhas.

No calor, pode ser usada uma blusa frente-única, mas cuidado para que a parte de trás da blusa cubra bem as costas. Não use blusa tomara-que-caia. Outra dica são as blusas de botão na frente que disfarçam bastante a barriguinha. Evite usar cintos.

Visto que você deve dá preferência para tecidos de cor escura, opte por sapatos coloridos, que se destaquem. Eles podem fazer toda a diferença no seu visual, e se você poder, prefira os de salto, pois eles ajudam a alongar a silhueta.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL

Dicas para preservar o meio ambiente

Em todo lugar

• Tenha em mente que tudo o que fazemos causa impacto na natureza. O ideal é aumentar os impactos positivos e tentar reduzir ao máximo os negativos. É importante ter essa consciência, até para saber mudar o errado.

• Faça perguntas. De onde vem esse produto que comprei? Ele foi feito de maneira sustentável? Ele polui o ambiente? Depois que eu jogá-lo fora, vai demorar quanto tempo para se decompor? Com elas, você começa a avaliar os custos e os benefícios de cada compra e de cada atitude que toma.

No banco
Se você está economizando para a faculdade dos filhos, peça ao gerente de seu banco para aplicar o dinheiro em Investimentos socialmente responsáveis. Esses investimentos são feitos em empresas que são ecológica e socialmente corretas.

No escritório – E na escola!
• Quer ser ecológica e ainda fazer exercício? Quando a distância for pequena, use a escada em vez do elevador
• Carregue sua própria caneca para o trabalho. Ou mesmo uma garrafinha de água. Assim você evita o enorme desperdício de copinhos de plástico descartáveis
• Pense duas vezes antes de imprimir alguma coisa. Assim, você economiza tinta, energia e papel. Ensine as crianças a fazer o mesmo
• Ensine seu filho a não desperdiçar papel, usando sempre os dois lados da folha. Dá para fazer desenhos, escrever listas, anotar telefones, tudo em papéis já usados.
• Utilize o papel reciclado. É mais caro, mas evita o desmatamento. Outra opção é o papel ecoeficiente, feito com eucalipto plantado para isso e elaborado de maneira sustentável.

Cuidado com o lixo
• Sabia que o óleo das frituras, se despejado na pia, polui os mananciais de água? Evite isso doando o seu óleo para instituições, que fazem biodiesel e sabão com ele.
• Separe o lixo na sua casa. Parece difícil no começo, mas é daqueles hábitos que, uma vez adquiridos, ficam para sempre. Você vai sentir uma dorzinha na consciência sempre que jogar plástico no lixo normal

Na cozinha
• Consuma produtos da estação. São mais saborosos. Dê preferência, também, aos produtos da região onde mora. Eles não precisam ser transportados a longa distância e assim não poluem o ambiente
• Junto com os filhos, faça uma hortinha de temperos. São fáceis de cuidar e cabem em pequenos vasos. As crianças vão adorar colher manjericão, orégano, salsinha...
• Prefira alimentos orgânicos. São mais caros, mas não poluem o ambiente e são muito mais saudáveis. Em vez de encher seu filho com brinquedos caros, invista na saúde e no bem-estar dele.

Em casa

• Doe as roupas que não usa mais. Chame seu filho para escolher brinquedos e doar também. Explique que são presentes que ele vai dar para outras crianças.
• O chuveiro é um dos principais consumidores de energia da casa. Fora toda a água que desce pelo ralo. Por isso, na hora do banho, seja breve. E ensine o mesmo a seu filho.
• Conserte goteiras e vazamentos. De gota em gota, muita água é desperdiçada!
• Desligue os aparelhos da tomada. Mesmo em stand-by, eles consomem energia. Da mesma forma, feche a torneira sempre que estiver escovando os dentes.
• Use a vassoura para limpar a calçada, em vez da mangueira. O volume de água gasto com isso é absurdo: 280 litros a cada 15 minutos. É muito desperdício.
• Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes. Elas duram muito mais tempo e economizam até um terço da energia. E apague a luz quando sair de um cômodo.
• Escolha eletrodomésticos com o selo do Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica). Eles são eficientes, ou seja, gastam o mínimo de energia necessário.
• Aposente a secadora e use o varal para secar as roupas. Nos Estados Unidos, isso se tornou um movimento grande, para desespero de alguns vizinhos, que acham que a prática “enfeia” os quintais. Por sorte, aqui no Brasil ninguém liga pra isso.

Nas compras
• Antes de comprar, avalie os custos daquele produto para o meio ambiente. Só compre se realmente for importante e necessário. Afinal, não adianta reciclar: é preciso reduzir, e muito, o consumo, para proteger o planeta
• Abuse da tecnologia. Resolva por telefone e internet tudo o que puder, como reuniões e compras. Dá pra comprar de tudo, livros, presentes, alimentos... E economiza tempo!
• Ao fazer compras, não aceite as sacolinhas de plástico. Leve sua própria sacola de casa, dessas de pano. Os estilistas já aderiram
• Compre coisas de segunda mão. Hoje existem brechós especializados em roupas infantis. Muitos livros também podem ser encontrados em sebos. E por que não organizar uma troca de produtos com outros pais? Acredite, é divertido!

No carro
• Ensine seu filho a nunca, jamais, em hipótese alguma jogar lixo pela janela, como latinhas, copos vazios e papel de bala. Explique que isso ajuda a evitar as enchentes e a preservar a água que todos bebemos.
• Organize com outros pais um rodízio para buscar os filhos na escola. Ninguém se sobrecarrega e ainda ajuda o ambiente.
• Se possível, evite usar o carro. Não dá pra deixá-lo de lado na rotina de leva-e-traz das crianças na escola, aula de inglês, natação? Tente caminhar pelo menos nos finais de semana, fazendo passeios próximos de casa.
• Se você tem filhos, vai precisar de um carro grande, que consome e polui mais. Compense esse gasto adquirindo um modelo flex fuel, que aceita também o etanol como combustível. E abasteça sempre com o álcool.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

SAÚDE

FAZER O BEM FAZ BEM

Psicólogos, neurologistas e epidemiologistas estão afirmando que agora está cientificamente provado: ajudar o próximo traz benefícios para a saúde de quem ajuda. Fazer o bem é bom para o coração, o sistema nervoso, o sistema imunológico, aumenta a expectativa de vida e a vitalidade de um modo geral.

Hoje, uma nova moral voltada para o coletivo se manifesta de modo cada vez mais claro. Desde os movimentos ecológicos até as iniciativas menos conhecidas, como o do pediatra Edson Mantovani, que atende gratuitamente nas favelas de São Paulo, ou da esteticista Janine Goossens, que uma vez por semana leva sua equipe para cuidar dos pacientes do Hospital do Câncer, cada vez mais pessoas estão abrindo mão de seu tempo em benefício da comunidade.

Os benefícios psicológicos derivados da ajuda aos outros foram bem documentados. Em um projeto realizado nos Estados Unidos ao longo de dez anos, 2700 pessoas foram estudadas, a fim de verificar como o relacionamento social afetava sua saúde. Os pesquisadores descobriram que o fato de realizar regularmente trabalho voluntário, aumentava muito a expectativa de vida, principalmente dos homens, que tinham taxas de falecimento duas vezes e meia mais baixas, do que os que não o faziam.

Surpreendentemente , a taxa de mortalidade entre as mulheres reduzia pouco, talvez porque a maioria das mulheres já gasta muito tempo cuidando dos outros, mesmo sem ser em trabalho voluntário. Outros dados dessa pesquisa mostram que as pessoas que têm muitos contatos sociais tendem a viver mais do que aquelas que preferem o isolamento. Tudo indica que mesmo ocupações inócuas como ler ou relaxar podem tornar-se prejudiciais se usadas para aumentar o isolamento.

O dar e receber dos programas de ajuda afetam também, diretamente, o nosso sistema imunológico. De fato, como foi verificado em uma pesquisa feita na Universidade de Harvard, parece que até mesmo ver os outros ajudando terceiros, melhora o funcionamento imunológico. Após a exibição de um filme mostrando madre Teresa de Calcutá cuidando de doentes e moribundos, análises químicas feitas em estudantes evidenciaram um aumento de imunoglobulina A, um anticorpo que ajuda a defender o organismo contra infecções respiratórias.

Este aumento da imunoglobulina A foi evidente até mesmo entre pessoas que disseram não gostar de Madre Teresa. Segundo os teóricos, ao fazer o bem, despertamos gratidão e afeto, sentimentos que nos provocam uma sensação de bem estar. Essa sensação poderia ser causada pelas endorfinas produzidas naturalmente pelo cérebro. Seguindo essa linha de pensamento, podemos concluir que uma importante função do cérebro é proteger o corpo de doenças.

É possível que o cérebro tenha evoluído dessa maneira para garantir a sobrevivência da espécie.
Os seres humanos dependem uns dos outros. As comunidades de caçadores pré-históricos são o primeiro exemplo de saudável vida cooperativa.

Os indivíduos precisam estar solidamente ligados a um grupo maior para se sentirem protegidos.
Somos feitos para depender do grupo, e quanto mais contribuímos para a sobrevivência do grupo, tanto mais somos sadios e mais valiosos para o grupo.

Ao contrário, a hostilidade, que é o oposto do altruísmo, coloca nossa saúde em risco. Pesquisas demonstraram que quanto mais hostil a pessoa, tanto mais fechadas as suas artérias coronárias e maior o risco de doenças cardíacas. A consciência de que o altruísmo é bom para a saúde pode ter um profundo efeito social.

Quase todos nós precisamos sentir que somos importantes para alguém. De acordo com as pesquisas, o ideal é termos alguma atividade realmente voluntária. Para que o altruísmo faça bem à saúde, é preciso estar no controle da situação e ter outras escolhas possíveis.

Este aspecto bastante egoísta do altruísmo parece barateá-lo. Mas não podemos esquecer que conseguimos sobreviver e evoluir graças a um complexo jogo de fatores, e se é verdade que ajudar os outros faz bem para nós, é verdade ainda mais evidente, que faz mais bem, quando ajudamos com amor.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

SEXO E SAÚDE

EXAME PREVENTIVO

O exame ginecológico é um dos mais importantes exames para a saúde da mulher. É normal que existam medos e ansiedades para a sua realização. O exame é simples, e tem reduzido as mortes por câncer de colo de útero em 70 %, desde sua criação pelo Dr. George Papanicolaou em 1940. O sucesso do teste é porque êle pode detectar doenças que ocorrem no colo do útero antes do desenvolvimento do câncer. O exame não é somente uma maneira de diagnosticar a doença mas serve principalmente para determinar o risco de uma mulher vir a desenvolver o câncer.

Quem pode e deve fazer o exame ?
Todas as mulheres com ou sem atividade sexual devem fazer o exame anualmente.

Qual a melhor época para fazê-lo?
No mínimo uma semana antes de sua menstruação. Evite duchas, cremes vaginais, e relações sexuais tres dias antes do exame.

No que consiste o exame ginecológico ?
O exame completo é constituído do exame das mamas e depois o exame ginecológico. Este é constituído pelo exame externo da vulva e depois a colocação de um especulo na vagina para visualizá-la, além do colo do útero.
Também consiste no exame de toque vaginal quando o(a) médico coloca dois dedos na vagina para examinar os órgãos internos da pélvis feminina.

Mulheres virgens também devem ser examinadas ?
Sim, existem diversas técnicas que permitem o exame de mulheres virgens. Avise o médico que você é virgem ANTES do exame.

O que o médico vê lá dentro ?
O exame mostra o interior da vagina e o colo do útero.

O que é o colo do útero?
Colo do útero é a parte do útero que fica dentro da vagina.

E o exame preventivo de câncer, o que é ?
Este exame é a coleta de material do colo do útero o qual é mandado para um laboratório especializado em citopatologia. Também é chamado de citologia oncótica, colpocitologia, Papanicolau, e fora do Brasil é conhecido como Pap Test ou Pap Smear.

Quais são os possíveis resultados ?
O resultado pode ser fornecido em Classes de Papanicolau que variam de I a V ou em descrição das lesões. Estes resultados devem ser interpretados exclusivamente por seu médico. Se tiver dúvidas pergunte.

Mas este exame só serve para isto ?
Não, a citologia serve para determinar outras condições de saúde de seu corpo tais como nível hormonal, doenças da vagina e doenças do colo do útero. Por isto é importante que seja o seu médico quem interprete o exame e lhe dê medicamentos específicos para estas alterações.
Mais ainda o exame ginecológico é uma excelente oportunidade para você conversar com seu médico a respeito de sua saúde e de temas como câncer de mama, menopausa e osteoporrose.

O exame dói ?
Não. É preciso estar relaxada. Converse com seu médico se estiver com medo.

Onde fazer o exame ?
Se você tem um convênio médico ou usa um médico particular marque uma consulta com seu médico ginecologista de confiança.
Este exame também pode ser feito gratuitamente em qualquer Unidade Básica de Saúde do Sistema Único de Saúde e também em todas as Faculdades de Medicina do Brasil. Procure por um Serviço de Saúde da Mulher.

Serviço:
BEMFAM
Est. do Encanamento, 807 - Casa Forte, Recife - PE
CEP 52070-000
Contato: (81) 3269-9457

IMPORTANTE
Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis neste blog possuem apenas caráter educativo.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

CALÇADOS

BREVE HISTÓRIA DO CALÇADO

Existem evidências que mostram que a história do sapato começa a partir de 10.000 a. C., ou seja, no final do período paleolítico (pinturas desta época em cavernas na Espanha e no sul da França fazem referência ao calçado). Entre os utensílios de pedra dos homens das cavernas existem vários que serviam para raspar as peles, o que indica que a arte de curtir é muito antiga.

Nos hipogeus (câmaras subterrâneas usadas para enterros múltiplos) egípcios, que têm idade entre 6 e 7 mil anos, foram descobertas pinturas que representavam os diversos estados do preparo do couro e dos calçados. Nos países frios o mocassim é o protetor dos pés e nos países mais quentes a sandália ainda é a mais usada. As sandálias dos egípcios eram feitas de palha, papiro ou de fibra de palmeira.

Sabe-se que apenas os nobres da época possuíam sandálias. Mesmo um Faraó como Tutancamon usava calçados como sandálias e sapatos de couro simples (apesar dos enfeites de ouro).

Na Mesopotâmia eram comuns sapatos de couro cru amarrados aos pés por tiras do mesmo material. Os coturnos eram símbolo de alta posição social. Os Gregos chegaram a lançar moda como a de modelos diferentes para pés direito e esquerdo. Em Roma o calçado indicava a classe social. Os cônsules usavam sapato branco, os senadores sapatos marrons presos por 4 fitas pretas de couro atadas a 2 nós e o calçado tradicio nal das legiões era a bota de cano curto que descobria os dedos.





sandália de couro judia de 72 d. C.
















Na idade média tanto homens como mulheres usavam sa patos de couro abertos que tinham uma forma semelhante à das sapatilhas. Os homens também usavam botas altas e baixas atadas à frente e ao lado. O material mais corrente era a pele de vaca, mas as botas de qualidade superior eram feitas de pele de cabra.

A padronização da numeração é de origem inglesa. O rei Eduardo (1272-1307) foi quem uniformizou as medidas. A primeira referência conhecida da manufatura do calçado na Inglaterra é de 1642 quando Thomas Pendleton forneceu 4.000 pares de sapatos e 600 pares de botas para o exército. As campanhas militares desta época iniciaram uma demanda substancial por botas e sapatos. Em meados do século 19 começam a surgir as máquinas para auxiliar na confecção dos calçados, mas só com a máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.

A partir da quarta década do século 20 grandes mudanças começam a acontecer nas indústrias calçadistas como a troca do couro pela borracha e pelos materiais sintéticos principalmente nos calçados femininos e infantis. Provavelmente os funcionários de Pendleton fizeram os sapatos do início ao fim mas na moderna indústria o processo é quebrado em várias e distintas etapas como:
. modelagem : criação, elaboração e acompanhamento dos modelos no processo de fabricação;

. almoxarifado: recebimento, armazenamento, classificação e controle do couro e demais materiais;

. corte: operação de corte das diferentes peças que compõem o cabedal (parte superior do calçado). No corte são utilizadas lâminas e facas especiais e/ou superior do calçado).
No corte são utilizadas lâminas e facas especiais e/ou balancins de corte que pressionam os moldes metálicos na superfície do couro e/ou outros materiais;

. chanfração: preparação do couro para receber a costura;

. costura: junção das partes que compõem o cabedal. Em muitas empresas esse setor encontra-se subdividido em preparação, chanfração e costura;

. pré-fabricado: fabricação de solas, saltos e palmilhas. Muitas empresas não têm esse setor, pois existem fábricas que se especializam na produção desses materiais;

. distribuição: controla o volume da produção, revisa a qualidade dos materiais e os distribui para os setores de montagem e acabamento;

. montagem: conjunto de operações que unem o cabedal ao solado;

. acabamento: operações finais ligadas à apresentação do calçado como escovamento, pintura e limpeza;

. montagem e acabamento: em muitas empresas esses dois setores são organizados em linha de montagem, isto é, os postos de trabalho são colocados em linha e o produto em elaboração vai incorporando as operações parciais de cada trabalhador, até que, no final da linha, o produto resulta acabado;

. expedição: embalagem, encaixotamento e envio ao mercado de destino.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

CRIATIVIDADE

CUSTOMIZAÇÃO

Vestido Bordado
Com a aplicação de tiras de tafetá, o pretinho deixa de ser básico e ganha cara de festa.

Material:

• 30 cm de tafetá

• Linha de seda

• Agulha e alfinetes



Como fazer

Corte uma tira no viés com 3 cm de largura e todo o comprimento do tecido. Dobre as laterais 0,5 cm para trás e passe a ferro, formando um viés de 2 cm de largura. Alinhave-o no vestido, produzindo o desenho desejado. Experimente a peça para ver se o desenho está no lugar certo. Borde o viés com ponto galho (também conhecido como pé de galinha) e os círculos com ponto atrás. Use linha de seda para acompanhar o brilho do tafetá.

Como usar
Quem tem ombros largos pode aplicar os bordados na parte debaixo da peça para equilibrar a silhueta.

Regata com flores de organza
As rosas apareceram em várias coleções deste inverno. Delicadas, transformam a camiseta básica em uma regata atual para usar à noite.

MATERIAL
• 1 camiseta de algodão

• 50 cm de organza de seda do mesmo tom da camiseta (para fazer meia-dúzia de rosas)

• agulha

• linha da mesma cor da camiseta

•tesoura


REGATA



Com a tesoura, recorte as mangas e a gola da camiseta. Faça bainhas caprichadas com cerca de 1 cm. Se quiser, utilize a máquina de overloque em vez da agulha e da linha.



ROSA

Corte uma tira de organza de 70 cm x 10 cm e arredonde as extremidades. Dobre-a ao meio e alinhave de ponta a ponta, deixando-a com 5 cm de largura. Depois, faça um rolinho delicado com a tira formando a flor. Arremate, dando pontos à mão para que elas não se soltem. Finalize pregando as rosas juntas na lateral da camiseta.

Serviço:
Cintia Verçosa - Estilista
Contato: (81) 9975.2690

segunda-feira, 28 de julho de 2008

ESTÉTICA

PRÓTESES DE SILICONE

As próteses de silicone já vem sendo utilizadas há bastante tempo pela cirurgia plástica estética e reparadora. Varias partes do corpo podem ser beneficiadas com o implante de silicone, entre elas, as mamas, as nádegas, o queixo e as panturrilhas. Próteses de silicone também pode ser utilizadas para alterar e corrigir os contornos da face. Todos esses implantes são feitos do mesmo material – o chamado elastômero de silicone. As características desses implantes de silicone envolvem aspectos como forma, dureza, cor e textura e são especificamente fabricados para uso medico.

Uma das próteses de silicone mais utilizadas é a prótese mamaria. Ela é utilizada para aumentar as mamas nos casos de constituição genética, perda de volume na gravidez ou emagrecimento ou para fins de alcançar um determinado padrão estético. A mamoplastia de aumento é uma cirurgia com resultados rápidos e na maioria dos casos muito satisfatórios.

O procedimento envolve a separação do músculo peitoral do tecido mamário. A prótese e inserida acima ou abaixo do músculo e os tecidos suturados novamente no lugar. A cicatriz é normalmente bem pequena e pode ser localizada, conforme a técnica escolhida pelo medico, ao redor da aureola, nas axilas ou logo embaixo do seio, no sulco mamário. A anestesia pode ser local com sedação e a cirurgia dura em media 1 a 2 horas. A internação não ultrapassa um dia. O pós-operatório não apresenta complicações e a paciente deve evitar exercícios e esforço durante aproximadamente 20 dias após a cirurgia.

A escolha do tipo de prótese de silicone ira depender da forma original das mamas, características do corpo e resultado almejado. A prótese mais utilizada é com o silicone em gel e existem muitas formas e tamanhos que a paciente pode escolher. É importante discutir as melhores opções com o cirurgião, pois nem sempre o que a paciente imagina como ideal é o que, na experiência do cirurgião, pode trazer os melhores resultados.

Todo implante de silicone gera a formação de uma cápsula fibrosa ao seu redor. Essa é uma reação normal do corpo, pois se trata de um material estranho introduzido no organismo. Ao envolver o implante, essa fibrosidade contrai o silicone. Na maioria das vezes, esse “aperto” sobre o implante não causa problemas, mas, caso seja muito intenso pode causar alterações na forma do implante e causar dor. Nesses casos, o implante deve ser retirado.

Também é recomendado que se troquem os implantes por volta de 8 a 10 anos após o procedimento inicial – como tudo que existe no mundo, as próteses também se desgastam com o tempo e podem romper-se ou perder sua forma. Os preços das próteses de silicone normalmente estão incluídos nos preço geral da cirurgia, não sendo adquiridas separadamente do procedimento.

Para obter excelentes resultados e ficar satisfeita com sua mamoplastia é importante escolher bem o profissional que ira executar a cirurgia. Em tese, todo medico pode fazer cirurgias, inclusive plásticas. Mas, evidentemente, é aconselhável que o procedimento seja feito com profissionais especializados, filiados a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e com treinamento e experiência sobre a técnica que será utilizada.

Os preços da cirurgia vão depender do local da clinica, experiência do profissional e das condições gerais da cirurgia. Pesquise os profissionais e saiba que nesses casos não é aconselhável guiar-se apenas pelos preços mais vantajosos. Sua saúde e seu bem estar estão em questão e devem ser tomados todos os cuidados que seriam tomados para uma cirurgia medica.

Serviço:
Clínica de cirurgia Plástica Perseu Lemos
Rua Lins Petit, 289 - Ilha do Leite - Recife/PE
Fone: 3222-2089

IMPORTANTE
Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis neste blog possuem apenas caráter educativo.