Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra... Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
O Bem viver aborda assuntos relacionados a moda, saúde e beleza.Com entrevistas e matérias específicas o programa vai ao ar sábado as 8:30 manhã .As dicas também estão na coluna bem viver no jornal Aqui Pe , rádio Clube e aqui no blog, espaço feito especialmente pra vocês! beijos e nos vemos na tv clube, Paraíba canal 10 e Pernambuco canal 9.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
MENSAGEM
Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra... Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
sábado, 18 de julho de 2009
NUTRIÇÃO
Grupo de pães, massas, tubérculos: Fonte de carboidratos, nutriente fornecedor de energia. Pães, massas e biscoitos integrais são ainda boa fonte de fibras, que ajudam no bom funcionamento do intestino.
Grupo das frutas e hortaliças: Ótimas fontes de vitaminas e sais minerais, dentre eles, antioxidantes que diminuem o efeito deletério do estresse oxidativo e dos radicais livres. Também possuem boa quantidade de fibras.
Grupo das carnes: São alimentos compostos basicamente de proteína, muito bem utilizada por nosso organismo para produção de tecidos, enzimas e compostos do sistema de defesa. Além disso, são ricas em ferro e vitaminas B6 (pirixodina) e B12 (cianocobalamina), tendo sua ingestão (nas quantidades adequadas) efeito preventivo nas anemias ferropriva e megaloblástica.
Grupo do leite e derivados: São os maiores fornecedores de cálcio, mineral envolvido na formação de ossos e dentes, na contração muscular e na ação do sistema nervoso. Além disso, possuem uma boa quantidade de proteína de boa qualidade.
Açúcares e óleos: são pobres em relação ao valor nutritivo, sendo considerados, por isso, calorias vazias.
Todos os grupos de alimentos so importantes para suprir as necessidades de nutrientes dos indivíduos e manter sua saúde, por isso, todos devem ser consumidos em suas quantidades adequadas. Estas quantidades variam de acordo com as necessidades de cada indivíduo.
Todo ser vivo precisa se alimentar para sobreviver e se reproduzir. Mas, na espécie humana, a imensa capacidade de se adaptar a vários tipos de alimento - que faz do Homo sapiens a espécie de hábitos alimentares mais diversificados do planeta.
Estudos indicam que um dos principais fatores que levaram nossos ancestrais a se distanciar da linhagem de seus parentes primatas foi a capacidade de se adaptar ao cardápio de diversos ambientes. Algumas teorias propõem, ainda, que o excepcional crescimento do nosso cérebro só se tornou possível graças à inclusão na dieta humana de alimentos protéicos e energéticos- particularmente, a carne. Consulte um nutricionista.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
INSÔNIA
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Calvície
Quando alguém se vê perdendo cabelos e ficando calvo, surge uma pergunta: por quê?
Alopecia ou calvície é visto como uma questão genética e hormonal determinada pela medicina por Alopecia Androgenética (padrão masculino ou feminino). A calvície androgenética é uma combinação da hereditariedade com a ação dos hormônios androgénicos que incluem a testosterona e a Di-hidrotestosterona (DHT). O cabelo acometido nas partes mais afetadas pela DHT é a região frontal e superior da cabeça. Por outro lado, o cabelo da região occipital e temporal (parte posterior da cabeça e acima das orelhas) é permanente, pois não é afetado pelo DHT.

Há dois tipos de pêlos produzidos nos folículos: o velus e o pêlo terminal e quanto ao ciclo biológico e aspecto anatômico os dois são muito parecidos. A principal diferença entre eles é o tamanho. O pêlo terminal é longo, grosso, pigmentado, com músculo eretor e medula, cujo diâmetro é de 0,06mm. O velus é um pêlo pequeno, com menos de 2 cm de comprimento, apresentando-se fino, sem medula e macio. Este tipo de pêlo pode ser transformado em pêlo terminal, como ocorre com a barba após a puberdade.
Dessa forma, com esse tratamento clínico é possível reverter ou até mesmo parar o processo de miniaturização dos fios e, consequentemente a perda dos cabelos. O único alvo desta terapia é diminuir a atividade dos hormônios androgenéticos no folículo piloso.
A principal queixa das pacientes do sexo feminino é conseguir ver o couro cabeludo através dos fios de cabelo, quando se olham de frente no espelho. A calvície feminina é classificada em 3 tipos principais segundo Ludwig e em 8 tipos segundo Savin. A classificação é baseada na rarefação capilar que se inicia na linha de repartição dos cabelos e que evolui lateralmente acometendo toda a superfície superior do couro cabeludo.
Uma vez feito o diagnóstico, há 3 possibilidades de tratamento, de acordo com a indicação do médico especialista. O clínico, o cirúrgico, ou a associação de ambos. O tratamento clínico consiste no uso contínuo de loções capilares, cápsulas de vitaminas específicas, medicamentos anti-hormônios masculinos (quando necessário); shampoo fortificante, e mais recentemente, o Laser de Baixa Potência. Face às fases do ciclo de crescimento dos cabelos, só estamos aptos a saber se o tratamento está ou não sendo eficaz, após um período mínimo de 6 a 8 meses.
O tratamento cirúrgico é a megassessão (maior número possível de fios transplantados em uma única cirurgia, dependendo da densidade e elasticidade da área doadora de cada paciente), especialidade da Clínica Dr. Fernando Basto.
Devemos salientar que mesmo a paciente optando pela cirurgia, ela deve sempre seguir um tratamento clínico pós cirúrgico orientado por nossa equipe. Isto fará com que o resultado cosmético obtido após a cirurgia se prolongue por mais tempo. Caso não haja um acompanhamento clínico, a tendência é da paciente voltar a apresentar uma rarefação capilar com o passar dos anos, pois os fios não transplantados tendem a sofrer o processo da calvície.
No pós operatório pode haver uma pequena queda de cabelos não transplantados. Isto se deve ao fato da paciente ter sido submetida a uma cirurgia, de terem sido feitas milhares de incisões entre os fios de cabelos, de haver micro traumas na circulação sangüínea e do próprio processo de cicatrização. Não há lesão das raízes pré-existentes. Estes cabelos voltam a nascer junto com os fios transplantados. Por isso as pacientes femininas necessitam de um apoio psicológico, com suporte médico, para realizarem este tipo de procedimento. Há necessidade de um acompanhamento pós operatório, para assegurar estas pacientes da evolução natural deste tipo de cirurgia.
Diagnóstico
Alopecia ou calvície é decorrente de uma alteração genética e hormonal denominada por Alopecia Androgenética (AAG). A calvície androgenética é uma combinação da hereditariedade com a ação dos hormônios androgênicos que incluem a testosterona que reage com uma enzima a 5αredutase, transformando-a em Di-hidrotestosterona (DHT). O cabelo acometido nas partes mais afetadas pela DHT é a região frontal e superior da cabeça. Por outro lado, o cabelo da região occipital e temporal (parte posterior da cabeça e acima das orelhas) é permanente, pois não é afetado pelo DHT. A DHT é 5 vezes mais potente que a testosterona, sendo a responsável pelo processo de miniaturização dos fios. O que se sabe também é que a quantidade de DHT no organismo é a mesma em pacientes calvos e nos não calvos, o que difere um do outro é a susceptibilidade dos receptores hormonais à DHT nos pacientes que possuem herança genética para a calvície.
O processo de restauração capilar evoluiu muito ao longo desses 20 anos. A partir de 1996-1998, os especialistas em cirurgia da calvície começaram a trabalhar com unidades foliculares, que são estruturas contendo de 1 a 4 folículos, da mesma forma que é encontrado no couro cabeludo, mais refinadas, afastando o então estigma do cabelo de boneca, pois com estas unidades, o resultado torna-se o mais natural possível.
Na primeira consulta o(a) paciente deve usar de franqueza sobre o que espera da cirurgia e ouvir atentamente quais as limitações que o caso poderá oferecer.
No exame propriamente dito, examina-se o couro cabeludo classificando-se o grau da calvície (que, no homem, pode variar de I a VII na escala de Hamilton e na mulher de I a VI na escala de Basto), a elasticidade do couro cabeludo, o tipo de cabelo e a densidade da área doadora (geralmente a área doadora escolhida é a região da nuca).
Ainda nesta primeira consulta, após o exame físico, o cirurgião pode definir se é necessária a cirurgia e também já pode ter em mente o número de sessões aproximado para obter o resultado esperado. Também pode ser utilizado como coadjuvante da cirurgia um TRATAMENTO CLÍNICO E/OU NÃO CIRÚRGICO:
Medicações de uso oral: É um tratamento sistêmico que tem o objetivo de equilibrar a perda capilar. Dentre as medicações mais conhecidas, está a Finasterida e também as drogas anti-andrógenas e os complementos vitamínicos.
Xampus: A indicação de xampus específicos se faz necessária como coadjuvante no tratamento clínico para o tratamento das hastes ou até mesmo do couro cabeludo. Um exemplo é o tratamento da dermatite seborréica (caspa) que responde muito bem ao uso de xampus.
O tipo de cabelo: O cabelo grosso geralmente confere resultado melhor que o cabelo fino;
A elasticidade da pele: Quanto mais elástica a pele do couro cabeludo, mais cabelo doador vamos obter e mais simples será o procedimento cirúrgico, deixando a cicatriz resultante na área doadora mais fina e menos visível, o mesmo acontecendo com as incisões puntiformes na área calva e portanto deixando um resultado mais bonito e estético;
A densidade da área doadora: Quanto mais cabelo por centímetro quadrado melhor será o resultado alcançado, pelos menos teoricamente;
A cor da pele: A pele clara se destaca mais por entre os cabelos escuros e portanto os resultados que parecem “mais bonitos” são aqueles em que há menos contraste entre a cor da pele e do cabelo ou seja cabelo claro / pele clara, cabelo escuro / pele escura e cabelo grisalho ou branco / pele de qualquer cor.
Após diagnosticado o grau de calvície, este pode ser tratado clinicamente, cirurgicamente ou a combinação de ambos.
Existem várias classificações para os graus de calvície, sendo a mais conhecida a de Hamilton-Norwood, cujo diagrama está apresentado abaixo.

Sabe-se que a calvície tem um padrão genético do tipo autossômico-dominante, ou seja, é necessário que apenas o pai ou a mãe apresentem o gene, para transmiti-lo ao filho que manifestará a patologia. Neste tipo de transmissão, se o pai ou a mãe apresentarem a calvície, o filho tem 50% de chance de também manifestar a mesma. Se ambos os pais apresentarem a calvície, a probabilidade de um filho vir a desenvolver a calvície chega a 75%!
Serviço:
Dr. Fernando Basto - Cirurgia plástica (Referência em Transplante Capilar no Brasil e no Mundo)
Rua Alberto Paiva, 349 - Graças, Recife/PE -
Telefone 81.3427.9000 / 81.3427.4888
terça-feira, 14 de julho de 2009
BEM VIVER O BEM
confira tudo no http://www.bemviverobem.blogspot.com/ e participe! Terça feira é dia de você fazer o bem.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
VAIDADE MASCULINA
Para falar mais sobre o assunto, Gardênia Cavalcanti conversou com a especialista em estética capilar Maria Inês.
Longe vai o tempo em que homem que é homem usava no máximo sabonete e desodorante. As novas gerações descobrem a cada dia as novidades da estética masculina. Esse novo homem vem marcando presença em clinica de estética e desfiles de moda masculina no mundo inteiro. Já passou o tempo em que homem vaidoso era quase sinônimo de homem não-viril.
Na lista dos serviços mais procurados pelo público masculino estão os de limpeza de pele, manicure, pedicure, depilação, aplicações de toxina botulínica e terapias de combate ao estresse, tais como sessões de massagem terapêutica, shiatsu e banhos especiais, entre outros.
E você, será que é vaidoso? Responda as nossas perguntas e confira!
1) Você demora mais de 1 minuto para escolher a roupa?
quarta-feira, 8 de julho de 2009
SILICONE: SAIBA TUDO NO BEM VIVER!
NO BEM VIVER DESTA QUINTA-FEIRA. GARDÊNIA CAVALCANTI CONVERSOU COM A CIRURGIÃ-PLÁSTICA, DRA TATIANA CALOI, SOBRE SILICONE.
CONFIRA ALGUMAS DAS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES SOBRE O IMPLANTE DE SILICONE:
Por onde os implantes podem ser colocados?
Os implantes podem ser colocados pelos sulcos das mamas, pelas aréolas e pelas axilas. As indicações para cada via dependem do tipo de mama, do tamanho das aréolas, das preferências individuais do cirurgião(ã) e do paciente.
Quais são os locais de colocação dos implantes de silicone?
Os implantes podem ser colocados abaixo da glândula mamária ou abaixo do músculo peitoral do tórax. A diferença gira em torno da visibilidade do implante (mais visível quando sob a glândula) e a incidência de contraturas capsulares (a incidência é menor quando o implante é colocado sob o músculo peitoral).
Tenho mamas caídas. Um implante pode resolver meu problema sem outras cicatrizes?
Quando as mamas tem tamanho pequeno e tem ptose (queda) pequena, um implante somente pode resolver o problema. Mas cada caso deve ser avaliado individualmente e muitas vezes um pouco de pele tem que ser retirado para melhorar a forma da mama operada.
Os implantes de silicone são seguros? É necessário trocá-los depois de alguns anos?
Os implantes de silicone já estão no mercado mundial e nacional há três décadas e sua segurança vem aumentando cada vez mais com o refinamento da tecnologia de produção. Comprovadamente não causam câncer, doenças reumatológicas ou outros problemas de saúde e tem data de validade indeterminada. O tempo médio para troca dos implantes é ao redor de 15 anos mas cada paciente deve ser avaliada individualmente quanto à necessidade de substituição dos implantes.
O que é contratura capsular?
Também chamada de “rejeição” na linguagem leiga, a contratura é o endurecimento da cápsula que o organismo normalmente produz ao redor do implante e ocorre em 2 a 7% das pacientes, segundo a literatura mundial*. Ocorre geralmente nos primeiros cinco anos após a cirurgia. Nos graus mais leves pode ser tratada clinicamente, mas em alguns casos mais graves se faz necessária a retirada da prótese e troca da mesma por uma nova.
A causa da contratura ainda não é bem conhecida, mas sabe-se que a incidência é menor com o uso do plano submuscular (abaixo do músculo peitoral) e com implantes de poliuretano.
O que é seroma?
O seroma é a formação de um líquido claro ao redor o implante, que pode levar até à retirada precoce (menos de um mês) do mesmo. Geralmente está associada à reação do organismo ao corpo estranho (implante) ou à presença de infecção.
Confira abaixo mais imagens desse procedimento: